
Palavra que não há descrição. É uma mistura de dor, alegria e ataques de risos. Como pode?
Quando a tal da saudade é de um alguém que não poderemos mais reencontrar, não nesse plano, bate o desespero. O que fazer quando não teremos mais aquele abraço amigo, aquela massagem tranquilizante ou aquela gargalhada contagiante? O quê?
O pensar é inevitável, assim como o amar, o querer bem. Só dá para desejar paz para quem partiu por não ter aguentado o fardo desse mundo. As calejadas feridas e dores de sempre que oras eram afetadas por algum importuno, atrapalhando a serenidade do sorriso puro, do coração inocente e da mente imatura.
Como compreender até onde o outro aguenta? O que fazer para amenizar a carga? Quais tipos de instrumentos devo colorir a vida dolorida do próximo?
Muitos questionamentos, infelizmente, estão e ficarão abertos. Todos nós temos forças e pesos distintos. Uma palavra basta? As vezes.... Um abraço resolve? Também, as vezes. Ou melhor, resolvem temporariamente, já as insatisfações quando frequentes fazem nos tomar decisões radicais. Para fugir dos percalços!
Vivemos num mundo do salve se quem puder e quem for o mais forte!
P.S. Este mês perdi um grande amigo, perdi para um dos maiores problemas sociais que estamos passando, o suicídio. O desejo de tê-lo ao meu lado, será do tamanho do meu amor por ele. Maior ainda é a vontade que tenho de que agora ele esteja bem! Vou amar para sempre!
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