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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

O Geral dos Generais

Certo dia ouvi dizer que cada pessoa é única. Cada um tem manias esquisitas, tem maneiras de sorrir, jogar o cabelo, chorar, gesticular e até a forma de iniciar uma conversa. Mas é só haver atritos entre pessoas para enquadrar o ser, antes único, no geral.  
Este é um local que muitos não gostariam de ficar e alguns até gostam da ideia. Comparo esse geral a um baú, cheios de passados, com alegrias mas muitas tristezas e até amarguras.
Quando se é colocado no geral, cai por terra aqueles elogios emitidos, um tanto que pretensiosos, fazendo tudo desmoronar.
Seja um homem, seja uma mulher... Todos são capazes de assumir a patente de General para comandar a tropa conforme a sua marcha. No entanto, há a busca incessante por aquele (a) que marcha melhor.
E mesmo a melhor marcha, diante de algum tropeço ou fraqueza, perde todo o valor ganho anteriormente, adentrando assim na fila do geral.
Um dos problemas da humanidade é generalizar falhas. Mas não somos únicos?
Somos, na realidade, eternos devedores de dívidas alheias. Faturas não pagas, deixadas há anos na gaveta por um certo caloteiro, que partiu sem satisfação.
Somos enaltecidos e depreciados, na mesma velocidade.
Somos militantes adeptos da democracia, mas não vemos a hora de nos sobressair dos demais.
Queremos a verdade, mas que essa verdade seja, de preferência, a nossa.
Queremos ouvir, mas que essa voz essa as palavras que queremos dizer.
E é numa espécie de exército, marchando ao nosso bel prazer, que ficamos satisfeitos. 
Afinal, somos ou não únicos? Podemos expor esse diferencial? Estamos mesmo dispostos a enxergar o novo no outro? 


Ainda tenho minhas dúvidas!

Temporada dos Ipês começa e embeleza Teresina


Começou a temporada dos Ipês amarelo em Teresina. E é justamente, no período mais quente de Teresina, nas vésperas do B-R-O-Bró, que a Natureza responde às ondas de intenso calor, com belas paisagens nas principais avenidas e praças da capital.
Dos brancos, aos roxos e rosas, ao tradicional amarelo, que há mais de 20 anos, os Ipês também conhecido como Pau d'Arco transformam-se em mosaico de cores aliando-se a nossa vegetação verde, ainda presente nos centros urbanos, encantando populares que fazem questão de fotografar e compartilhar em redes sociais.

Quero um ipê só meu... créditos: Márcia Gabriele

Quem é fiel a essa prática é Manoel Oliveira, professor de Língua Portuguesa, que confessa ser apaixonado por Ipês desde a infância.
“Chegava a deitar sobre as flores que formavam um tapete dourado pelo chão. Quando viajava pelas estradas, ficava paralisado com a beleza dos ipês ao longo do caminho. Não tirava os olhos da mata e começava a contar as árvores em sua florescência ao longo do percurso. Costumo citar em meus textos como sendo um tecido em meio ao manto verde da floresta”, relata Manoel Oliveira que também é poeta.
Outra admiradora dos Ipês é Virgínia Carvalho, servidora pública, que garante se apaixonada pela cultura e vegetação nativa, afirma que os Ipês colorem as tonalidades da cidade.
“O interessante é que isso ocorre no período mais quente da nossa cidade. Apesar do calor, nos proporciona tanta beleza, quando os ipês afloram enfeitando as ruas. O contraste perfeito das cores fortes é que esfriam o cinza urbano de Teresina”, ressalta.

Os Ipês são considerados patrimônio natural em Teresina e estão presentes, em maior quantidade, em locais, como: na Praça da Costa e Silva, Praça do Liceu, Praça do Parque Piauí, Avenida João XXIII, Avenida Kennedy, Avenida João XXII, Avenida Kennedy e até na avenida que carrega o nome da árvore, Avenida dos Ipês que é totalmente arborizada com o vegetal.
De acordo com Clóvis Júnior, coordenador do Plano Municipal de Arborização da Prefeitura de Teresina, esses locais foram escolhidos devido ao grande fluxo de pessoas que transitam diariamente.
“Os Ipês foram trabalhados na cidade a partir de 1994, quando se pensou em plantar árvores nativas, para substituir umas dez espécies de árvores exóticas aqui plantadas, como a Amendoeira e a Figueira. E foi pensado na estratégia de plantar em locais públicos e de grande movimentação, como praças e avenidas. O Ipê amarelo foi o mais plantado”, explica.
Clóvis Júnior destaca ainda que a frutificação dos Ipês acontece entre os meses de outubro a dezembro: “Esse é o momento da floração, que começa no mês de julho e se intensifica em agosto. Só em uma volta que dei pela cidade, fotografei 50 Ipês. A frutificação ocorre entre os meses de outubro a dezembro. Mas vale lembrar que os frutos não são comestíveis”, pontua.
Ipê é uma árvore de grande porte, chega a medir, aproximadamente, 10 metros de altura, possui raízes pivotantes, ou seja, que penetra verticalmente no solo e não necessita, diariamente, de adubo e água. Além disso, quem se interessar em plantar em seu jardim é importante buscar orientações de espaço, apesar da espécie não ter crescimento rápido.

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Teresina Mais Verde distribui mudas de Ipês

Com objetivo de promover a arborização da capital, que a Prefeitura de Teresina, através do Programa “Teresina Mais Verde”, faz a distribuição de 10 mudas de plantas nativas, por pessoa, inclusive de Ipês.
A distribuição é feita nos três viveiros da capital, situados: no Parque Ambiental no Bairro Mocambinho, zona norte de Teresina; na Avenida Raul Lopes, Zona Leste e também no KM7, Zona Sul da capital. Já para zona sudeste, a SDU está elaborando a criação do viveiro, que vai se localizar na Curva São Paulo.
Para quem pretende cultivar Ipê ou demais plantas nativas em sua residência, é só se deslocar para um dos viveiros, portando documento de identificação com foto e um comprovante de endereço e fazer o cadastro no próprio local.

(Fonte: Márcia Gabriele, Jornal Meio Norte)

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Matei dois coelhos numa cajadada só!

Calma, calma. O texto que aqui segue não representa nenhuma incitação a violência contra os pobres coelhinhos, não, mas sim para expressar duas vontades realizadas ao mesmo tempo. Por sinal foram incríveis!

Em uma viagem a trabalho, eu representando o Jornal Meio Norte, realizada em 01 e 02 de agosto para Recife/Pernambuco, tive a oportunidade de sobrevoar os céus do nosso Nordeste em um avião, que experiência! Nunca havia andado. Essa é mais uma das novas vivências que o Jornalismo tem me proporcionado.

Pode até parecer estranho, já que o transporte aéreo ficou bem mais acessível, financeiramente, mas não havia tido a oportunidade.

Me fez relembrar a infância na qual acreditava que as nuvens eram feitas de algodão, mas com os estudos da Ciências, lá com a professora Deusimar, aprendi que eram gotículas de água.

Vendo tudo de cima, retornei a minha percepção inicial, num é que mais próximos delas, as nuvens ficam mais parecidas com algodão. Achei lindas e dá vontade de tocá-las.

O interessante é que olhando para elas, ainda fiquei na expectativa de ver Deus, como acreditava, outrora, que lá estivesse...

Um único incômodo que tive foi nos meus ouvidos, não sei se enchia de ar ou evaporava tudo. Só sei que a sensação era de perder a audição, aos poucos. Não gostei disso!

E o outro coelho?

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O outro "coelho" que "matei" foi conhecer, finalmente, o Instituto Ricardo Brennand. Em 2014, ao visitar o Recife (PE), em excussão promovida pelo Curso de Comunicação Social da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), fiquei na ansiedade de conhecer. Desejo que não foi concretizado, já que a 96% da minha turma queria ir a praia.

Porém, sem muito tardar, em 2015, cá retorno a Recife, já a trabalho como havia dito, e o evento onde é? TCHARAM TCHARAM... Instituto Ricardo Brennand. É muita coincidência!

Eu recomendo a visita. Fiquei muito encantada com a estrutura, as peças antigas e com a beleza natural do espaço. Parecia uma pintura de quadro, pincelada nos mais minuciosos detalhes.

Logo na entrada com aquelas palmeiras sequenciadas e bem podadas. Lindo por dentro e por fora. São peças barrocas e sacras que nos remete a nossa História. E ainda um espaço onde são expostas armas de guerra. Riquíssimo acervo.

Para quem não conhece ou mesmo para quem viu, eis algumas fotos do Instituto Ricardo Brennand:











E assim foi a visita ao Instituto Ricardo Brennand em Recife (PE).

:D